2.º Festival Internacional de Cinema & Arte em Movimento
Cinema, Conversas & Atividades
O BIOGRAF teve o seu início em 2025, aprovado pelo Município de Vila Nova de Cerveira sob a tutela do Presidente Rui Teixeira, com a missão formal de reintroduzir o cinema de culto na vila após um hiato de mais de uma década. O BIOGRAF nasceu, assim, da convergência das artes que constroem o cinema, propondo um programa que explora anualmente este encontro; “BIOGRAF”, porque é uma palavra que simultaneamente significa “cinema” e evoca a incompletude da Sétima Arte. A iniciativa, com a direção de Magna Araújo Amorim, Tiago Bastos Nunes e António Bernardes de Sá, teve como primeira edição um foco no tema “Movimentos”: artísticos, políticos e sociais. Ora com a intenção de pôr à prova diferentes linguagens do cinema, desde a indústria russa, à japonesa e à nacional; ora para introduzir, com ímpeto, alguns dos maiores filmes das últimas décadas. Para colocar Cerveira em movimento.

Em cinco dias, de 27 a 31 de agosto, o festival ocupou dois espaços, apresentou 55 filmes oriundos de 20 países, divididos em sete secções (Secção Competitiva, Fotogramas, Mutantes, Anima, Mostra Ibero-Americana, Mostra Académica e Mostra Terratreme), após uma seleção entre 1067 candidaturas à convocatória única que decorreu no período de um mês. A Secção Competitiva acolheu longas-metragens dos realizadores Bálint Szimler (HU), Boris Lojkine (FR), Inadelso Cossa (MOZ), Jen Debauche (BE), Margarida Cardoso (PT), Marianna Brennand Fortes (BR), Roser Corella & Stefano Obino (DE, ES); e curtas-metragens de Gabriel Abrantes (PT), Gonçalo Almeida (PT), Mano Cappu (BR), Pablo Delgado (MEX), Gala Hernández López (ES), Miguel de Jesus (PT), Maryam Khodabakhsh (IR), Valentina Knežević (DE), Francisco Moura Relvas & Rita Senra (PT), Andrea Sbarbaro & Riccardo Copreni (IT), Stefan Koutzev (DE), e Pedro Vinícius (BR). A secção foi julgada pela competência de Sandro Aguilar, Sérgio Tréfaut e Zadok Ben-David (Longas-Metragens); Inês Oliveira, Mário Macedo e Takashi Sugimoto (Curtas-Metragens). O programa especial, “Fotogramas”, representou os realizadores Miguel Gomes, Pedro Peralta, João Gonzalez, Sérgio Tréfaut, João Salaviza e Vasco Saltão pelo cinema nacional; Bong Joon-ho, Akira Kurosawa, Jonathan Glazer, Park Chan-wook, Walter Salles, David Lynch, Wong Kar-wai, Gaspar Noé, Glauber Rocha, Andrei Tarkovsky, Francis Ford Coppola, Hayao Miyazaki e Brady Corbet pelo cinema mundial. Foi promovida ainda uma seleção especial, “Novas Narrativas”, com o Canal180 no espaço da Fundação Bienal de Arte de Cerveira, dedicada ao tecido narrativo na emergência da cena musical independente dos anos 2000. Esta seleção representou os realizadores colaboradores do 180ID Vincent Moon, Saman Kesh, Brook Linder, Yoonha Park e Tom Haines para os artistas Beach House, Ok Go, Tame Impala, Deerhoof, Bon Iver e Grizzly Bear. Como parte desta seleção juntaram-se ainda os projetos de Katharina Pichler, Alexandre Powelz & Elisa Mishto para os Moderat, e Vasco Gil & David Matias para os Sensible Soccers. O “Fórum”, secção dedicada às conversas da 1.ª edição, recebeu uma conversa em cruzamento com o “Novas Narrativas”, acolhendo o realizador e designer digital vencedor do Emmy, Renato Marques, e o representante André Constantino do escritório nacional da ZA/UM, produtora multipremiada nos BAFTA, sobre as transformações das indústrias criativas; e uma conversa intergeracional sobre o futuro nacional conduzida por Mário Macedo e Sandro Aguilar, que sucedeu a Mostra Académica representada pelos cursos de cinema, media e artes da ESTC, ETIC, NOVA, ESMAD, UBI e IPVC. Para assumir o compromisso local do festival e fortalecer a sua comunicação, o BIOGRAF’25 recebeu o realizador e artista visual João Marques para uma residência na Casa do Artista Jaime Isidoro, com o objetivo de captar Cerveira em consonância com o tema central da 1.ª edição, num processo de longa-exposição. Esta criação artística figurou os principais materiais promocionais do festival.

A 1.ª edição do BIOGRAF foi apoiada pelo Município de Vila Nova de Cerveira, a Fundação Bienal de Arte de Cerveira, Palco das Artes, Organização de Estados Ibero-americanos, Canal180, Eurocidade Cerveira-Tomiño, Terratreme, Curtas Vila do Conde & Agência Curtas, StudioCanal, Gerador, Umbigo Magazine, Antena 3, Hotel Minho e Ticketline. Com uma missão de primazia à sua comunidade, o festival doou o lucro total da sua bilheteira a uma associação local pelos direitos dos animais, Patas e Patas. Em outubro de 2025, o festival foi renovado para uma segunda edição e galardoado ao nível municipal, tendo Magna Araújo Amorim recebido uma menção honrosa, na qualidade de Diretora de Produção da iniciativa e pelos esforços envidados na dinamização programática da Sétima Arte na região.
2.º Festival Internacional de Cinema & Arte em Movimento
Cinema, Conversas & Atividades
O BIOGRAF teve o seu início em 2025, aprovado pelo Município de Vila Nova de Cerveira sob a tutela do Presidente Rui Teixeira, com a missão formal de reintroduzir o cinema de culto na vila após um hiato de mais de uma década. O BIOGRAF nasceu, assim, da convergência das artes que constroem o cinema, propondo um programa que explora anualmente este encontro; “BIOGRAF”, porque é uma palavra que simultaneamente significa “cinema” e evoca a incompletude da Sétima Arte. A iniciativa, com a direção de Magna Araújo Amorim, Tiago Bastos Nunes e António Bernardes de Sá, teve como primeira edição um foco no tema “Movimentos”: artísticos, políticos e sociais. Ora com a intenção de pôr à prova diferentes linguagens do cinema, desde a indústria russa, à japonesa e à nacional; ora para introduzir, com ímpeto, alguns dos maiores filmes das últimas décadas. Para colocar Cerveira em movimento.

Em cinco dias, de 27 a 31 de agosto, o festival ocupou dois espaços, apresentou 55 filmes oriundos de 20 países, divididos em sete secções (Secção Competitiva, Fotogramas, Mutantes, Anima, Mostra Ibero-Americana, Mostra Académica e Mostra Terratreme), após uma seleção entre 1067 candidaturas à convocatória única que decorreu no período de um mês. A Secção Competitiva acolheu longas-metragens dos realizadores Bálint Szimler (HU), Boris Lojkine (FR), Inadelso Cossa (MOZ), Jen Debauche (BE), Margarida Cardoso (PT), Marianna Brennand Fortes (BR), Roser Corella & Stefano Obino (DE, ES); e curtas-metragens de Gabriel Abrantes (PT), Gonçalo Almeida (PT), Mano Cappu (BR), Pablo Delgado (MEX), Gala Hernández López (ES), Miguel de Jesus (PT), Maryam Khodabakhsh (IR), Valentina Knežević (DE), Francisco Moura Relvas & Rita Senra (PT), Andrea Sbarbaro & Riccardo Copreni (IT), Stefan Koutzev (DE), e Pedro Vinícius (BR). A secção foi julgada pela competência de Sandro Aguilar, Sérgio Tréfaut e Zadok Ben-David (Longas-Metragens); Inês Oliveira, Mário Macedo e Takashi Sugimoto (Curtas-Metragens). O programa especial, “Fotogramas”, representou os realizadores Miguel Gomes, Pedro Peralta, João Gonzalez, Sérgio Tréfaut, João Salaviza e Vasco Saltão pelo cinema nacional; Bong Joon-ho, Akira Kurosawa, Jonathan Glazer, Park Chan-wook, Walter Salles, David Lynch, Wong Kar-wai, Gaspar Noé, Glauber Rocha, Andrei Tarkovsky, Francis Ford Coppola, Hayao Miyazaki e Brady Corbet pelo cinema mundial. Foi promovida ainda uma seleção especial, “Novas Narrativas”, com o Canal180 no espaço da Fundação Bienal de Arte de Cerveira, dedicada ao tecido narrativo na emergência da cena musical independente dos anos 2000. Esta seleção representou os realizadores colaboradores do 180ID Vincent Moon, Saman Kesh, Brook Linder, Yoonha Park e Tom Haines para os artistas Beach House, Ok Go, Tame Impala, Deerhoof, Bon Iver e Grizzly Bear. Como parte desta seleção juntaram-se ainda os projetos de Katharina Pichler, Alexandre Powelz & Elisa Mishto para os Moderat, e Vasco Gil & David Matias para os Sensible Soccers. O “Fórum”, secção dedicada às conversas da 1.ª edição, recebeu uma conversa em cruzamento com o “Novas Narrativas”, acolhendo o realizador e designer digital vencedor do Emmy, Renato Marques, e o representante André Constantino do escritório nacional da ZA/UM, produtora multipremiada nos BAFTA, sobre as transformações das indústrias criativas; e uma conversa intergeracional sobre o futuro nacional conduzida por Mário Macedo e Sandro Aguilar, que sucedeu a Mostra Académica representada pelos cursos de cinema, media e artes da ESTC, ETIC, NOVA, ESMAD, UBI e IPVC. Para assumir o compromisso local do festival e fortalecer a sua comunicação, o BIOGRAF’25 recebeu o realizador e artista visual João Marques para uma residência na Casa do Artista Jaime Isidoro, com o objetivo de captar Cerveira em consonância com o tema central da 1.ª edição, num processo de longa-exposição. Esta criação artística figurou os principais materiais promocionais do festival.

A 1.ª edição do BIOGRAF foi apoiada pelo Município de Vila Nova de Cerveira, a Fundação Bienal de Arte de Cerveira, Palco das Artes, Organização de Estados Ibero-americanos, Canal180, Eurocidade Cerveira-Tomiño, Terratreme, Curtas Vila do Conde & Agência Curtas, StudioCanal, Gerador, Umbigo Magazine, Antena 3, Hotel Minho e Ticketline. Com uma missão de primazia à sua comunidade, o festival doou o lucro total da sua bilheteira a uma associação local pelos direitos dos animais, Patas e Patas. Em outubro de 2025, o festival foi renovado para uma segunda edição e galardoado ao nível municipal, tendo Magna Araújo Amorim recebido uma menção honrosa, na qualidade de Diretora de Produção da iniciativa e pelos esforços envidados na dinamização programática da Sétima Arte na região.
2.º Festival Internacional de Cinema & Arte em Movimento
Cinema, Conversas & Atividades
O BIOGRAF teve o seu início em 2025, aprovado pelo Município de Vila Nova de Cerveira sob a tutela do Presidente Rui Teixeira, com a missão formal de reintroduzir o cinema de culto na vila após um hiato de mais de uma década. O BIOGRAF nasceu, assim, da convergência das artes que constroem o cinema, propondo um programa que explora anualmente este encontro; “BIOGRAF”, porque é uma palavra que simultaneamente significa “cinema” e evoca a incompletude da Sétima Arte. A iniciativa, com a direção de Magna Araújo Amorim, Tiago Bastos Nunes e António Bernardes de Sá, teve como primeira edição um foco no tema “Movimentos”: artísticos, políticos e sociais. Ora com a intenção de pôr à prova diferentes linguagens do cinema, desde a indústria russa, à japonesa e à nacional; ora para introduzir, com ímpeto, alguns dos maiores filmes das últimas décadas. Para colocar Cerveira em movimento.

Em cinco dias, de 27 a 31 de agosto, o festival ocupou dois espaços, apresentou 55 filmes oriundos de 20 países, divididos em sete secções (Secção Competitiva, Fotogramas, Mutantes, Anima, Mostra Ibero-Americana, Mostra Académica e Mostra Terratreme), após uma seleção entre 1067 candidaturas à convocatória única que decorreu no período de um mês. A Secção Competitiva acolheu longas-metragens dos realizadores Bálint Szimler (HU), Boris Lojkine (FR), Inadelso Cossa (MOZ), Jen Debauche (BE), Margarida Cardoso (PT), Marianna Brennand Fortes (BR), Roser Corella & Stefano Obino (DE, ES); e curtas-metragens de Gabriel Abrantes (PT), Gonçalo Almeida (PT), Mano Cappu (BR), Pablo Delgado (MEX), Gala Hernández López (ES), Miguel de Jesus (PT), Maryam Khodabakhsh (IR), Valentina Knežević (DE), Francisco Moura Relvas & Rita Senra (PT), Andrea Sbarbaro & Riccardo Copreni (IT), Stefan Koutzev (DE), e Pedro Vinícius (BR). A secção foi julgada pela competência de Sandro Aguilar, Sérgio Tréfaut e Zadok Ben-David (Longas-Metragens); Inês Oliveira, Mário Macedo e Takashi Sugimoto (Curtas-Metragens). O programa especial, “Fotogramas”, representou os realizadores Miguel Gomes, Pedro Peralta, João Gonzalez, Sérgio Tréfaut, João Salaviza e Vasco Saltão pelo cinema nacional; Bong Joon-ho, Akira Kurosawa, Jonathan Glazer, Park Chan-wook, Walter Salles, David Lynch, Wong Kar-wai, Gaspar Noé, Glauber Rocha, Andrei Tarkovsky, Francis Ford Coppola, Hayao Miyazaki e Brady Corbet pelo cinema mundial. Foi promovida ainda uma seleção especial, “Novas Narrativas”, com o Canal180 no espaço da Fundação Bienal de Arte de Cerveira, dedicada ao tecido narrativo na emergência da cena musical independente dos anos 2000. Esta seleção representou os realizadores colaboradores do 180ID Vincent Moon, Saman Kesh, Brook Linder, Yoonha Park e Tom Haines para os artistas Beach House, Ok Go, Tame Impala, Deerhoof, Bon Iver e Grizzly Bear. Como parte desta seleção juntaram-se ainda os projetos de Katharina Pichler, Alexandre Powelz & Elisa Mishto para os Moderat, e Vasco Gil & David Matias para os Sensible Soccers. O “Fórum”, secção dedicada às conversas da 1.ª edição, recebeu uma conversa em cruzamento com o “Novas Narrativas”, acolhendo o realizador e designer digital vencedor do Emmy, Renato Marques, e o representante André Constantino do escritório nacional da ZA/UM, produtora multipremiada nos BAFTA, sobre as transformações das indústrias criativas; e uma conversa intergeracional sobre o futuro nacional conduzida por Mário Macedo e Sandro Aguilar, que sucedeu a Mostra Académica representada pelos cursos de cinema, media e artes da ESTC, ETIC, NOVA, ESMAD, UBI e IPVC. Para assumir o compromisso local do festival e fortalecer a sua comunicação, o BIOGRAF’25 recebeu o realizador e artista visual João Marques para uma residência na Casa do Artista Jaime Isidoro, com o objetivo de captar Cerveira em consonância com o tema central da 1.ª edição, num processo de longa-exposição. Esta criação artística figurou os principais materiais promocionais do festival.

A 1.ª edição do BIOGRAF foi apoiada pelo Município de Vila Nova de Cerveira, a Fundação Bienal de Arte de Cerveira, Palco das Artes, Organização de Estados Ibero-americanos, Canal180, Eurocidade Cerveira-Tomiño, Terratreme, Curtas Vila do Conde & Agência Curtas, StudioCanal, Gerador, Umbigo Magazine, Antena 3, Hotel Minho e Ticketline. Com uma missão de primazia à sua comunidade, o festival doou o lucro total da sua bilheteira a uma associação local pelos direitos dos animais, Patas e Patas. Em outubro de 2025, o festival foi renovado para uma segunda edição e galardoado ao nível municipal, tendo Magna Araújo Amorim recebido uma menção honrosa, na qualidade de Diretora de Produção da iniciativa e pelos esforços envidados na dinamização programática da Sétima Arte na região.




















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DESCENTRALIZAÇÃO CULTURAL
O programa procura reduzir as distâncias no acesso à cultura e criar uma relação continuada com o território.
TRABALHO COM A COMUNIDADE
Iniciativas desenvolvidas em articulação com escolas, instituições sociais, associações e agentes locais, procurando responder às características e necessidades de cada grupo.
