O


nasce da convergência
das artes

O


nasce da convergência
das artes

2.º Festival Internacional de Cinema & Arte em Movimento

Cinema, Conversas & Atividades

O BIOGRAF teve o seu início em 2025, aprovado pelo Município de Vila Nova de Cerveira sob a tutela do Presidente Rui Teixeira, com a missão formal de reintroduzir o cinema de culto na vila após um hiato de mais de uma década. O BIOGRAF nasceu, assim, da convergência das artes que constroem o cinema, propondo um programa que explora anualmente este encontro; “BIOGRAF”, porque é uma palavra que simultaneamente significa “cinema” e evoca a incompletude da Sétima Arte. A iniciativa, com a direção de Magna Araújo Amorim, Tiago Bastos Nunes e António Bernardes de Sá, teve como primeira edição um foco no tema “Movimentos”: artísticos, políticos e sociais. Ora com a intenção de pôr à prova diferentes linguagens do cinema, desde a indústria russa, à japonesa e à nacional; ora para introduzir, com ímpeto, alguns dos maiores filmes das últimas décadas. Para colocar Cerveira em movimento.

Imagem entre o primeiro e o segundo parágrafo

Em cinco dias, de 27 a 31 de agosto, o festival ocupou dois espaços, apresentou 55 filmes oriundos de 20 países, divididos em sete secções (Secção Competitiva, Fotogramas, Mutantes, Anima, Mostra Ibero-Americana, Mostra Académica e Mostra Terratreme), após uma seleção entre 1067 candidaturas à convocatória única que decorreu no período de um mês. A Secção Competitiva acolheu longas-metragens dos realizadores Bálint Szimler (HU), Boris Lojkine (FR), Inadelso Cossa (MOZ), Jen Debauche (BE), Margarida Cardoso (PT), Marianna Brennand Fortes (BR), Roser Corella & Stefano Obino (DE, ES); e curtas-metragens de Gabriel Abrantes (PT), Gonçalo Almeida (PT), Mano Cappu (BR), Pablo Delgado (MEX), Gala Hernández López (ES), Miguel de Jesus (PT), Maryam Khodabakhsh (IR), Valentina Knežević (DE), Francisco Moura Relvas & Rita Senra (PT), Andrea Sbarbaro & Riccardo Copreni (IT), Stefan Koutzev (DE), e Pedro Vinícius (BR). A secção foi julgada pela competência de Sandro Aguilar, Sérgio Tréfaut e Zadok Ben-David (Longas-Metragens); Inês Oliveira, Mário Macedo e Takashi Sugimoto (Curtas-Metragens). O programa especial, “Fotogramas”, representou os realizadores Miguel Gomes, Pedro Peralta, João Gonzalez, Sérgio Tréfaut, João Salaviza e Vasco Saltão pelo cinema nacional; Bong Joon-ho, Akira Kurosawa, Jonathan Glazer, Park Chan-wook, Walter Salles, David Lynch, Wong Kar-wai, Gaspar Noé, Glauber Rocha, Andrei Tarkovsky, Francis Ford Coppola, Hayao Miyazaki e Brady Corbet pelo cinema mundial. Foi promovida ainda uma seleção especial, “Novas Narrativas”, com o Canal180 no espaço da Fundação Bienal de Arte de Cerveira, dedicada ao tecido narrativo na emergência da cena musical independente dos anos 2000. Esta seleção representou os realizadores colaboradores do 180ID Vincent Moon, Saman Kesh, Brook Linder, Yoonha Park e Tom Haines para os artistas Beach House, Ok Go, Tame Impala, Deerhoof, Bon Iver e Grizzly Bear. Como parte desta seleção juntaram-se ainda os projetos de Katharina Pichler, Alexandre Powelz & Elisa Mishto para os Moderat, e Vasco Gil & David Matias para os Sensible Soccers. O “Fórum”, secção dedicada às conversas da 1.ª edição, recebeu uma conversa em cruzamento com o “Novas Narrativas”, acolhendo o realizador e designer digital vencedor do Emmy, Renato Marques, e o representante André Constantino do escritório nacional da ZA/UM, produtora multipremiada nos BAFTA, sobre as transformações das indústrias criativas; e uma conversa intergeracional sobre o futuro nacional conduzida por Mário Macedo e Sandro Aguilar, que sucedeu a Mostra Académica representada pelos cursos de cinema, media e artes da ESTC, ETIC, NOVA, ESMAD, UBI e IPVC. Para assumir o compromisso local do festival e fortalecer a sua comunicação, o BIOGRAF’25 recebeu o realizador e artista visual João Marques para uma residência na Casa do Artista Jaime Isidoro, com o objetivo de captar Cerveira em consonância com o tema central da 1.ª edição, num processo de longa-exposição. Esta criação artística figurou os principais materiais promocionais do festival.

Imagem entre o segundo e o terceiro parágrafo

A 1.ª edição do BIOGRAF foi apoiada pelo Município de Vila Nova de Cerveira, a Fundação Bienal de Arte de Cerveira, Palco das Artes, Organização de Estados Ibero-americanos, Canal180, Eurocidade Cerveira-Tomiño, Terratreme, Curtas Vila do Conde & Agência Curtas, StudioCanal, Gerador, Umbigo Magazine, Antena 3, Hotel Minho e Ticketline. Com uma missão de primazia à sua comunidade, o festival doou o lucro total da sua bilheteira a uma associação local pelos direitos dos animais, Patas e Patas. Em outubro de 2025, o festival foi renovado para uma segunda edição e galardoado ao nível municipal, tendo Magna Araújo Amorim recebido uma menção honrosa, na qualidade de Diretora de Produção da iniciativa e pelos esforços envidados na dinamização programática da Sétima Arte na região.

2.º Festival Internacional de Cinema & Arte em Movimento

Cinema, Conversas & Atividades

O BIOGRAF teve o seu início em 2025, aprovado pelo Município de Vila Nova de Cerveira sob a tutela do Presidente Rui Teixeira, com a missão formal de reintroduzir o cinema de culto na vila após um hiato de mais de uma década. O BIOGRAF nasceu, assim, da convergência das artes que constroem o cinema, propondo um programa que explora anualmente este encontro; “BIOGRAF”, porque é uma palavra que simultaneamente significa “cinema” e evoca a incompletude da Sétima Arte. A iniciativa, com a direção de Magna Araújo Amorim, Tiago Bastos Nunes e António Bernardes de Sá, teve como primeira edição um foco no tema “Movimentos”: artísticos, políticos e sociais. Ora com a intenção de pôr à prova diferentes linguagens do cinema, desde a indústria russa, à japonesa e à nacional; ora para introduzir, com ímpeto, alguns dos maiores filmes das últimas décadas. Para colocar Cerveira em movimento.

Imagem entre o primeiro e o segundo parágrafo

Em cinco dias, de 27 a 31 de agosto, o festival ocupou dois espaços, apresentou 55 filmes oriundos de 20 países, divididos em sete secções (Secção Competitiva, Fotogramas, Mutantes, Anima, Mostra Ibero-Americana, Mostra Académica e Mostra Terratreme), após uma seleção entre 1067 candidaturas à convocatória única que decorreu no período de um mês. A Secção Competitiva acolheu longas-metragens dos realizadores Bálint Szimler (HU), Boris Lojkine (FR), Inadelso Cossa (MOZ), Jen Debauche (BE), Margarida Cardoso (PT), Marianna Brennand Fortes (BR), Roser Corella & Stefano Obino (DE, ES); e curtas-metragens de Gabriel Abrantes (PT), Gonçalo Almeida (PT), Mano Cappu (BR), Pablo Delgado (MEX), Gala Hernández López (ES), Miguel de Jesus (PT), Maryam Khodabakhsh (IR), Valentina Knežević (DE), Francisco Moura Relvas & Rita Senra (PT), Andrea Sbarbaro & Riccardo Copreni (IT), Stefan Koutzev (DE), e Pedro Vinícius (BR). A secção foi julgada pela competência de Sandro Aguilar, Sérgio Tréfaut e Zadok Ben-David (Longas-Metragens); Inês Oliveira, Mário Macedo e Takashi Sugimoto (Curtas-Metragens). O programa especial, “Fotogramas”, representou os realizadores Miguel Gomes, Pedro Peralta, João Gonzalez, Sérgio Tréfaut, João Salaviza e Vasco Saltão pelo cinema nacional; Bong Joon-ho, Akira Kurosawa, Jonathan Glazer, Park Chan-wook, Walter Salles, David Lynch, Wong Kar-wai, Gaspar Noé, Glauber Rocha, Andrei Tarkovsky, Francis Ford Coppola, Hayao Miyazaki e Brady Corbet pelo cinema mundial. Foi promovida ainda uma seleção especial, “Novas Narrativas”, com o Canal180 no espaço da Fundação Bienal de Arte de Cerveira, dedicada ao tecido narrativo na emergência da cena musical independente dos anos 2000. Esta seleção representou os realizadores colaboradores do 180ID Vincent Moon, Saman Kesh, Brook Linder, Yoonha Park e Tom Haines para os artistas Beach House, Ok Go, Tame Impala, Deerhoof, Bon Iver e Grizzly Bear. Como parte desta seleção juntaram-se ainda os projetos de Katharina Pichler, Alexandre Powelz & Elisa Mishto para os Moderat, e Vasco Gil & David Matias para os Sensible Soccers. O “Fórum”, secção dedicada às conversas da 1.ª edição, recebeu uma conversa em cruzamento com o “Novas Narrativas”, acolhendo o realizador e designer digital vencedor do Emmy, Renato Marques, e o representante André Constantino do escritório nacional da ZA/UM, produtora multipremiada nos BAFTA, sobre as transformações das indústrias criativas; e uma conversa intergeracional sobre o futuro nacional conduzida por Mário Macedo e Sandro Aguilar, que sucedeu a Mostra Académica representada pelos cursos de cinema, media e artes da ESTC, ETIC, NOVA, ESMAD, UBI e IPVC. Para assumir o compromisso local do festival e fortalecer a sua comunicação, o BIOGRAF’25 recebeu o realizador e artista visual João Marques para uma residência na Casa do Artista Jaime Isidoro, com o objetivo de captar Cerveira em consonância com o tema central da 1.ª edição, num processo de longa-exposição. Esta criação artística figurou os principais materiais promocionais do festival.

Imagem entre o segundo e o terceiro parágrafo

A 1.ª edição do BIOGRAF foi apoiada pelo Município de Vila Nova de Cerveira, a Fundação Bienal de Arte de Cerveira, Palco das Artes, Organização de Estados Ibero-americanos, Canal180, Eurocidade Cerveira-Tomiño, Terratreme, Curtas Vila do Conde & Agência Curtas, StudioCanal, Gerador, Umbigo Magazine, Antena 3, Hotel Minho e Ticketline. Com uma missão de primazia à sua comunidade, o festival doou o lucro total da sua bilheteira a uma associação local pelos direitos dos animais, Patas e Patas. Em outubro de 2025, o festival foi renovado para uma segunda edição e galardoado ao nível municipal, tendo Magna Araújo Amorim recebido uma menção honrosa, na qualidade de Diretora de Produção da iniciativa e pelos esforços envidados na dinamização programática da Sétima Arte na região.

2.º Festival Internacional de Cinema & Arte em Movimento

Cinema, Conversas & Atividades

O BIOGRAF teve o seu início em 2025, aprovado pelo Município de Vila Nova de Cerveira sob a tutela do Presidente Rui Teixeira, com a missão formal de reintroduzir o cinema de culto na vila após um hiato de mais de uma década. O BIOGRAF nasceu, assim, da convergência das artes que constroem o cinema, propondo um programa que explora anualmente este encontro; “BIOGRAF”, porque é uma palavra que simultaneamente significa “cinema” e evoca a incompletude da Sétima Arte. A iniciativa, com a direção de Magna Araújo Amorim, Tiago Bastos Nunes e António Bernardes de Sá, teve como primeira edição um foco no tema “Movimentos”: artísticos, políticos e sociais. Ora com a intenção de pôr à prova diferentes linguagens do cinema, desde a indústria russa, à japonesa e à nacional; ora para introduzir, com ímpeto, alguns dos maiores filmes das últimas décadas. Para colocar Cerveira em movimento.

Imagem entre o primeiro e o segundo parágrafo

Em cinco dias, de 27 a 31 de agosto, o festival ocupou dois espaços, apresentou 55 filmes oriundos de 20 países, divididos em sete secções (Secção Competitiva, Fotogramas, Mutantes, Anima, Mostra Ibero-Americana, Mostra Académica e Mostra Terratreme), após uma seleção entre 1067 candidaturas à convocatória única que decorreu no período de um mês. A Secção Competitiva acolheu longas-metragens dos realizadores Bálint Szimler (HU), Boris Lojkine (FR), Inadelso Cossa (MOZ), Jen Debauche (BE), Margarida Cardoso (PT), Marianna Brennand Fortes (BR), Roser Corella & Stefano Obino (DE, ES); e curtas-metragens de Gabriel Abrantes (PT), Gonçalo Almeida (PT), Mano Cappu (BR), Pablo Delgado (MEX), Gala Hernández López (ES), Miguel de Jesus (PT), Maryam Khodabakhsh (IR), Valentina Knežević (DE), Francisco Moura Relvas & Rita Senra (PT), Andrea Sbarbaro & Riccardo Copreni (IT), Stefan Koutzev (DE), e Pedro Vinícius (BR). A secção foi julgada pela competência de Sandro Aguilar, Sérgio Tréfaut e Zadok Ben-David (Longas-Metragens); Inês Oliveira, Mário Macedo e Takashi Sugimoto (Curtas-Metragens). O programa especial, “Fotogramas”, representou os realizadores Miguel Gomes, Pedro Peralta, João Gonzalez, Sérgio Tréfaut, João Salaviza e Vasco Saltão pelo cinema nacional; Bong Joon-ho, Akira Kurosawa, Jonathan Glazer, Park Chan-wook, Walter Salles, David Lynch, Wong Kar-wai, Gaspar Noé, Glauber Rocha, Andrei Tarkovsky, Francis Ford Coppola, Hayao Miyazaki e Brady Corbet pelo cinema mundial. Foi promovida ainda uma seleção especial, “Novas Narrativas”, com o Canal180 no espaço da Fundação Bienal de Arte de Cerveira, dedicada ao tecido narrativo na emergência da cena musical independente dos anos 2000. Esta seleção representou os realizadores colaboradores do 180ID Vincent Moon, Saman Kesh, Brook Linder, Yoonha Park e Tom Haines para os artistas Beach House, Ok Go, Tame Impala, Deerhoof, Bon Iver e Grizzly Bear. Como parte desta seleção juntaram-se ainda os projetos de Katharina Pichler, Alexandre Powelz & Elisa Mishto para os Moderat, e Vasco Gil & David Matias para os Sensible Soccers. O “Fórum”, secção dedicada às conversas da 1.ª edição, recebeu uma conversa em cruzamento com o “Novas Narrativas”, acolhendo o realizador e designer digital vencedor do Emmy, Renato Marques, e o representante André Constantino do escritório nacional da ZA/UM, produtora multipremiada nos BAFTA, sobre as transformações das indústrias criativas; e uma conversa intergeracional sobre o futuro nacional conduzida por Mário Macedo e Sandro Aguilar, que sucedeu a Mostra Académica representada pelos cursos de cinema, media e artes da ESTC, ETIC, NOVA, ESMAD, UBI e IPVC. Para assumir o compromisso local do festival e fortalecer a sua comunicação, o BIOGRAF’25 recebeu o realizador e artista visual João Marques para uma residência na Casa do Artista Jaime Isidoro, com o objetivo de captar Cerveira em consonância com o tema central da 1.ª edição, num processo de longa-exposição. Esta criação artística figurou os principais materiais promocionais do festival.

Imagem entre o segundo e o terceiro parágrafo

A 1.ª edição do BIOGRAF foi apoiada pelo Município de Vila Nova de Cerveira, a Fundação Bienal de Arte de Cerveira, Palco das Artes, Organização de Estados Ibero-americanos, Canal180, Eurocidade Cerveira-Tomiño, Terratreme, Curtas Vila do Conde & Agência Curtas, StudioCanal, Gerador, Umbigo Magazine, Antena 3, Hotel Minho e Ticketline. Com uma missão de primazia à sua comunidade, o festival doou o lucro total da sua bilheteira a uma associação local pelos direitos dos animais, Patas e Patas. Em outubro de 2025, o festival foi renovado para uma segunda edição e galardoado ao nível municipal, tendo Magna Araújo Amorim recebido uma menção honrosa, na qualidade de Diretora de Produção da iniciativa e pelos esforços envidados na dinamização programática da Sétima Arte na região.

Construir Pontes Edificar Ideias

FOCO

Arquitetura

Na sua 2.ª edição, o BIOGRAF apresenta o mote “Construir Pontes, Edificar Ideias”. A arquitetura ocupa um lugar central na programação e serve de ponto de partida para refletir sobre os espaços onde vivemos, as relações que criamos e as formas como imaginamos o futuro. Construir pontes significa aproximar pessoas, territórios, culturas e diferentes áreas artísticas; edificar ideias significa transformar esses encontros em novas formas de pensar, criar e participar. Através do cinema, das artes visuais, de conversas e atividades, o BIOGRAF convida o público a construir e desconstruir o cinema, interpretando casas, cidades, paisagens, fronteiras e comunidades como espaços de reflexão. Integrado na XXIV Bienal Internacional de Arte de Cerveira, o BIOGRAF apresenta uma curadoria com a FBAC em formato de mostra pré-festival que reúne obras dos artistas Silvestre Pestana, Mauro Cerqueira, André Sousa, Luciana Fina, Tânia Dinis, Ana Pérez-Quiroga, Vincent Arthur Goudreau, Javier Martinez, Filipa César e Edileuza Penha de Souza sob o tema “Territórios Sem Fronteira”. O Programa Especial, que se desdobra nas secções Arquiteturas, Mutantes, Espanha (curadoria Play-Doc) e Anima (curadoria de Laura Conde) traz obras de Jacques Tati, Yorgos Lanthimos, Lars von Trier, Juraj Herz, Giuseppe Tornatore, Denis Villeneuve, Oliver Laxe, David Cronenberg, Kane Parsons, Maria Trigo Teixeira, Leonor Faria Henriques, Alexandra Allen e André Carrilho, com foco nos realizadores Stanley Kubrick e Pedro Costa. Em julho de 2026, a 2.ª edição do festival conquistou o Alto Patrocínio da Presidência da República para destacar o seu mérito na mobilização cívica na área da cultura ao nível nacional.
Imagem da secção

Construir Pontes Edificar Ideias

FOCO

Arquitetura

Na sua 2.ª edição, o BIOGRAF apresenta o mote “Construir Pontes, Edificar Ideias”. A arquitetura ocupa um lugar central na programação e serve de ponto de partida para refletir sobre os espaços onde vivemos, as relações que criamos e as formas como imaginamos o futuro. Construir pontes significa aproximar pessoas, territórios, culturas e diferentes áreas artísticas; edificar ideias significa transformar esses encontros em novas formas de pensar, criar e participar. Através do cinema, das artes visuais, de conversas e atividades, o BIOGRAF convida o público a construir e desconstruir o cinema, interpretando casas, cidades, paisagens, fronteiras e comunidades como espaços de reflexão. Integrado na XXIV Bienal Internacional de Arte de Cerveira, o BIOGRAF apresenta uma curadoria com a FBAC em formato de mostra pré-festival que reúne obras dos artistas Silvestre Pestana, Mauro Cerqueira, André Sousa, Luciana Fina, Tânia Dinis, Ana Pérez-Quiroga, Vincent Arthur Goudreau, Javier Martinez, Filipa César e Edileuza Penha de Souza sob o tema “Territórios Sem Fronteira”. O Programa Especial, que se desdobra nas secções Arquiteturas, Mutantes, Espanha (curadoria Play-Doc) e Anima (curadoria de Laura Conde) traz obras de Jacques Tati, Yorgos Lanthimos, Lars von Trier, Juraj Herz, Giuseppe Tornatore, Denis Villeneuve, Oliver Laxe, David Cronenberg, Kane Parsons, Maria Trigo Teixeira, Leonor Faria Henriques, Alexandra Allen e André Carrilho, com foco nos realizadores Stanley Kubrick e Pedro Costa. Em julho de 2026, a 2.ª edição do festival conquistou o Alto Patrocínio da Presidência da República para destacar o seu mérito na mobilização cívica na área da cultura ao nível nacional.
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Parceiros

Copromoção
Município de Vila Nova de Cerveira Fundação Bienal de Arte de Cerveira Palco das Artes
Apoio
Hotel Minho Alcatifas Império
Media
Gerador Canal180 RTP Antena 3
Programação
Play-Doc Park Circus
Programa Europeu 2026-27
Centro de Informação Europa Criativa Reykjavík International Film Festival International Film Festival Rotterdam Vienna Shorts
Programa Educativo
Cinemateca Portuguesa Curtas Vila do Conde | Agência Curtas
Primeiras Biografias
Filmakademie Wien Den Danske Filmskole Korea National University of Arts Centro Sperimentale di Cinematografia Instituto Politécnico de Viana do Castelo Universidade da Beira Interior
Temporada BIOGRAF’26
Entre Agosto de 2026 a Fevereiro de 2027.

Parceiros

Copromoção
Município de Vila Nova de Cerveira Fundação Bienal de Arte de Cerveira Palco das Artes
Apoio
Hotel Minho Alcatifas Império
Media
Gerador Canal180 RTP Antena 3
Programação
Play-Doc Park Circus
Programa Europeu 2026-27
Centro de Informação Europa Criativa Reykjavík International Film Festival International Film Festival Rotterdam Vienna Shorts
Programa Educativo
Cinemateca Portuguesa Curtas Vila do Conde | Agência Curtas
Primeiras Biografias
Filmakademie Wien Den Danske Filmskole Korea National University of Arts Centro Sperimentale di Cinematografia Instituto Politécnico de Viana do Castelo Universidade da Beira Interior
Temporada BIOGRAF’26
Entre Agosto de 2026 a Fevereiro de 2027.

2.º Júri da Secção Competitiva

Longas-Metragens

André Gil Mata
André Gil Mata é realizador, argumentista e diretor de fotografia. Selecionado para o Berlinale Talent Campus em 2010, formou-se posteriormente na film.factory, escola criada em Sarajevo por Béla Tarr. Cativeiro recebeu o Doc Alliance Award para Melhor Documentário em Cannes, após o qual circulou por festivais como FIDMarseille, CPH:DOX, DOK Leipzig e Ji.hlava. Como me Apaixonei por Eva Ras recebeu uma Menção Especial na Competição Internacional do FIDMarseille, em 2016, e A Árvore teve estreia mundial no Berlinale Forum, em 2018, sendo mais tarde distinguido pelos Cahiers du Cinéma como um dos dez melhores filmes estreados em França em 2021. Em 2024, Sob a Chama da Candeia teve estreia mundial na competição Ciné+ do FIDMarseille. Em 2023, o Batalha Centro de Cinema apresentou uma retrospetiva integral da sua obra.
Carlos Lobo
Carlos Lobo é fotógrafo, cineasta, investigador e professor na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa. Vencedor do BES Revelação em 2005 e finalista do BES Photo em 2011, tem obra integrada em coleções como a Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação EDP, Coleção de Arte Contemporânea do Estado e Fundação PLMJ. No cinema, Aos Dezasseis teve estreia mundial na Berlinale – Generation, em 2022, passou pelo Vienna Shorts e venceu o prémio de Melhor Realizador Português no Curtas Vila do Conde. A sua mais recente curta, Ofélia (2025), integrou as competições Internacional e Nacional do Curtas Vila do Conde e, em 2026, a Seleção Oficial de Curtas do Festival Internacional de Cinema de Las Palmas de Gran Canaria. É ainda editor da LEBOP e coordena, desde 2018, o Mestrado em Fotografia da Escola das Artes.
Carlos Eduardo Viana
Carlos Eduardo Viana é realizador, programador e uma figura de referência do cinema documental, cineclubismo e literacia cinematográfica em Portugal. Cofundador da AO NORTE em 1994, é atualmente presidente da associação e coordena, desde 2001, os ENCONTROS — Festival de Cinema de Viana, que assinalaram a 25.ª edição em 2025. Bolseiro do Governo francês, frequentou dois estágios de cinema direto nos Ateliers Varan, em Paris, em 1981 e 1986. Coordenou desde a sua criação o MDOC — Festival Internacional de Documentário de Melgaço, organizado entre 2014 e 2025, e desenvolve há mais de duas décadas trabalho continuado de educação e literacia para o cinema. Coordena ainda o Lugar do Real, plataforma dedicada ao documentário, memória e antropologia visual, e realizou documentários em Portugal, Angola e Cabo Verde.

Curtas-Metragens

Salomé Lamas
Salomé Lamas é uma cineasta, artista visual e educadora portuguesa. O seu trabalho tem sido exibido e discutido tanto em espaços artísticos como em festivais de cinema, como Berlinale, Locarno Film Festival, FIDMarseille, Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Doclisboa, Visions du Réel, MoMA – Museum of Modern Art, Museo Guggenheim Bilbao, Harvard Film Archive, Berlinische Galerie, Museum of the Moving Image, IDFA, Anthology Film Archives, Arsenal – Institut für Film und Videokunst e.V., Viennale, Culturgest, Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Tate Modern, CPH:DOX, Centre d’Art Contemporain de Genève, Bozar Brussels, Louvre, New Directors / New Films (ND/NF), ICA London – Institute of Contemporary Arts, CAC Vilnius, MALBA, MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, La Biennale di Venezia Architettura, entre outros. Lamas recebeu diversas bolsas como a Gardner Film Study Center – Harvard University, Rockefeller Foundation Bellagio Center, Brown Foundation, MacDowell, Sundance Institute, CNAP – Centre National des Arts Plastiques e Berliner Künstlerprogramm des DAAD.
Paulo Moreira
Paulo Moreira é arquiteto, investigador e diretor do Arquiteturas Film Festival, função que desempenha desde 2021, sendo também fundador e diretor artístico do centro cultural INSTITUTO, no Porto. O seu trabalho e investigação foram apresentados na Bienal de Arquitetura de Veneza, Vitra Design Museum, Guggenheim Bilbao, CCCB – Centre de Cultura Contemporània de Barcelona e Tel Aviv Museum of Art, bem como nas Trienais de Arquitetura de Lisboa e Oslo. Em 2024, participou no Pavilhão de Portugal da 60.ª Bienal de Arte de Veneza, assinando o projeto expositivo de Greenhouse, de Mónica de Miranda. Vencedor do Prémio Távora, foi finalista dos RIBA President’s Awards for Research e recebeu uma Grant to Individuals da Graham Foundation. Em 2025, Aprender a Desaprender, por si coordenado, venceu o Prémio FAD de Pensamento e Crítica. É atualmente Centennial Postdoctoral Fellow na Wits University, em Joanesburgo.
Luís Martinho Urbano
Luís Martinho Urbano é arquiteto, cineasta e Professor Associado da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, onde desenvolve investigação e ensino dedicados às relações entre arquitetura e cinema. A sua curta Sizígia venceu o Prémio Especial do Júri da Competição LAB do Festival Internacional de Curtas de Clermont-Ferrand, em 2013, e integrou, em 2023, o programa de cinema da 18.ª Bienal de Arquitetura de Veneza, concebido pela curadora Lesley Lokko. Coordenou o projeto FCT Ruptura Silenciosa — Interseções entre a Arquitetura e o Cinema e é editor e diretor da JACK — Journal on Architecture and Cinema. Em 2026, integrou a curadoria de Álvaro Siza: Time Designs Architecture, apresentada na sede da UNESCO, em Paris. Realizou ainda A Casa do Lado, Como se Desenha uma Casa e Morada.

Novas Narrativas

Romea Muryń
Romea Muryń é investigadora, cineasta, urbanista e arquiteta. Trabalhou durante oito anos em alguns dos mais reconhecidos ateliers internacionais de arquitetura, entre eles OMA, BIG, REX, COBE e JDS. É cofundadora do LOCUMENT, estúdio que cruza cinema e investigação em arquitetura, com trabalhos apresentados na Bienal de Arquitetura de Veneza, MAXXI, Architecture Film Festival Rotterdam, Bienal de Design de Liubliana e Chicago Media Art Festival. Strata Incognita integrou o Pavilhão de Espanha da 18.ª Bienal de Arquitetura de Veneza, teve estreia mundial na competição de curtas do Doclisboa e integrou a Competição Internacional de Curtas do ZINEBI. É atualmente Associate Lecturer no Royal College of Art, em Londres, e desenvolve investigação de doutoramento em Research Architecture na Goldsmiths, University of London.
Mafalda Santos
Mafalda Santos é artista, curadora e programadora, atualmente Diretora Artística da XXIV Bienal Internacional de Arte de Cerveira — Territórios sem Fronteira, depois de ter integrado a direção artística da XXIII edição, em 2024. Foi selecionada para 7 Artistas ao 10.º Mês, da Fundação Calouste Gulbenkian, e para o Prémio EDP Novos Artistas, tendo realizado uma residência no Location One, em Nova Iorque, com apoio da Gulbenkian e da FLAD. O seu percurso expositivo inclui o MUDAM – Musée d’Art Moderne Grand-Duc Jean, no Luxemburgo, e a sua obra integra as coleções da Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação EDP, Fundação PLMJ e Coleção de Arte do Estado.
Canal180
Canal180 é uma plataforma editorial independente dedicada ao cinema, música, arte e cultura contemporânea. Fundado em 2011 como o primeiro canal de televisão português exclusivamente dedicado à cultura, tornou-se um dos principais media independentes do país nestas áreas. O seu percurso inclui colaborações com Pitchfork, Primavera Sound, British Council, Fundação Calouste Gulbenkian, Serralves, Casa da Música e MAAT. Em parceria com a Pitchfork, criou Director ID, série dedicada a alguns dos mais relevantes realizadores da cultura visual contemporânea, entre eles Hiro Murai, DANIELS, David Wilson e Oscar Hudson. É também responsável pela 180 Media Academy, iniciativa dedicada à experimentação de novas linguagens dos media, desenvolvida em colaboração com o Porto/Post/Doc.

Programa Educativo

DESCENTRALIZAÇÃO CULTURAL

O programa procura reduzir as distâncias no acesso à cultura e criar uma relação continuada com o território.

TRABALHO COM A COMUNIDADE

Iniciativas desenvolvidas em articulação com escolas, instituições sociais, associações e agentes locais, procurando responder às características e necessidades de cada grupo.

Construir o mundo em Cerveira
info@biograffestival.com
Mostra de Cinema da XXIV BIAC
CONTEXTO
XXIV Bienal Internacional de Arte de Cerveira
BIOGRAF
Construir o mundo em Cerveira
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Mostra de Cinema da XXIV BIAC
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