a building that has a lot of windows on it

O Mestre Henrique Silva, um dos sócios-fundadores da Fundação Bienal de Arte de Cerveira e diretor das Bienais de Cerveira entre 1995 e 2007, tendo assumido novamente a direção artística na XVIII edição, em 2015, foi convidado em 2025 a conceber o Grande Prémio da Secção Competitiva do BIOGRAF. A escolha reforça a ligação do festival à história cultural de Vila Nova de Cerveira e ao percurso de uma figura marcante da criação artística no território.

A partir deste convite, o artista desenvolveu uma peça pensada como um testemunho geracional. Para a sua conceção, recuperou referências presentes no seu percurso e transportou-as para o universo do festival, estabelecendo uma relação entre a memória artística de Cerveira e a dimensão humana do cinema.

O desenho traduz a sua visão artística e a relação com o território. Para o concretizar, contou com a colaboração do escultor Marco Fidalgo.

Deste modo, o Grande Prémio passa a integrar a identidade do festival e será entregue aos vencedores da Secção Competitiva, nas categorias de longas e curtas-metragens. A distinção associa o reconhecimento cinematográfico a uma criação artística profundamente ligada a Cerveira, deixando no BIOGRAF um testemunho do percurso e da visão de Henrique Silva.

Henrique Silva participou em seminários e reuniões internacionais em Varsóvia (1983), Bruxelas (1986), Creta (1987), entre outros, sobre políticas de desenvolvimento territorial e cultural. Expõe regularmente desde 1958, tendo realizado mais de 50 exposições individuais em França, Espanha, Bélgica, Suíça, Brasil e Portugal, e mais de 200 exposições coletivas entre a Europa, América e Japão.

O Mestre Henrique Silva, um dos sócios-fundadores da Fundação Bienal de Arte de Cerveira e diretor das Bienais de Cerveira entre 1995 e 2007, tendo assumido novamente a direção artística na XVIII edição, em 2015, foi convidado em 2025 a conceber o Grande Prémio da Secção Competitiva do BIOGRAF. A escolha reforça a ligação do festival à história cultural de Vila Nova de Cerveira e ao percurso de uma figura marcante da criação artística no território.

A partir deste convite, o artista desenvolveu uma peça pensada como um testemunho geracional. Para a sua conceção, recuperou referências presentes no seu percurso e transportou-as para o universo do festival, estabelecendo uma relação entre a memória artística de Cerveira e a dimensão humana do cinema.

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Henrique Silva participou em seminários e reuniões internacionais em Varsóvia (1983), Bruxelas (1986), Creta (1987), entre outros, sobre políticas de desenvolvimento territorial e cultural. Expõe regularmente desde 1958, tendo realizado mais de 50 exposições individuais em França, Espanha, Bélgica, Suíça, Brasil e Portugal, e mais de 200 exposições coletivas entre a Europa, América e Japão.

Construir o mundo em Cerveira
info@biograffestival.com
Mostra de Cinema da XXIV BIAC
CONTEXTO
XXIV Bienal Internacional de Arte de Cerveira
BIOGRAF
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